<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>[Comunicar é preciso]</title>
	<atom:link href="http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog</link>
	<description>Comunicação, Design de Interação e etc...</description>
	<lastBuildDate>Sun, 16 May 2010 03:08:00 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Apresentação de TCC´s na FIT</title>
		<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=51</link>
		<comments>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=51#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 02:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=51</guid>
		<description><![CDATA[Hoje participei da banca da turma de Pós Graduação em Arquitetura de Informação, na FIT. E gostaria de compartilhar o que experienciei hoje.
Ministrar aula em pós-graduação, é complicado. Muito pouco tempo, para passar muita informação, e uma informação selecionada, qualificada, com o objetivo de somar essa informação as atividades dos alunos em sala de aula, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje participei da banca da turma de Pós Graduação em Arquitetura de Informação, na FIT. E gostaria de compartilhar o que experienciei hoje.</p>
<p>Ministrar aula em pós-graduação, é complicado. Muito pouco tempo, para passar muita informação, e uma informação selecionada, qualificada, com o objetivo de somar essa informação as atividades dos alunos em sala de aula, para gerar conhecimento como resultado. O problema, é que no fim das contas, sabemos como professores que nem todo aluno que não entendeu, questiona e nem todo aluno que entendeu, está motivado a participar, entre outras coisas.</p>
<p>Como então garantir que o conhecimento programado, seja gerado através dessa soma, e por fim, aplicável à vida profissional deste especialista? Provas e trabalhos, não são suficientes para esse tipo de avaliação, mas o trabalho de conclusão de curso, parece atingir esse objetivo.</p>
<p>O trabalho de conclusão de curso, é aquela prova final, que soma todas os conhecimentos adquiridos nessa trajetória curta, e que passa muito rápido. Hoje, foi a vez da turma 2. E o resultado, foi além das minhas expectativas. Não que em algum momento tivesse questionado os alunos, ma em uma cidade como São Paulo, que é impossivel chegar em um destino no horário planejado, demandas &#8220;supresas&#8221; de clientes nos respectivos ambientes de trabalho além de toda sorte de imprevisto e &#8220;pegadinhas&#8221;, eu particularmente esperava que fosse feito o trabalho proposto, e ponto.</p>
<p>Mas, logo ao ler o tcc, a primeira surpresa: todos os trabalhos, estavam impecáveis (claro, uma correçãozinha aqui, outra ali, mas dentro do contexto e proposta, os trabalhos estavam profissionais). Percebi que todas as personas, estavam bem construidas, sem achismos, e com a preocupação real de usar as informações desta persona, para entender comportamentos, têndencias de consumo, interações ( acho que a minha indginação sobre personas de cabelos coloridos e desenhos, fez algum sentido aqui&#8230;rs) Li e fiz sugestões nos trabalhos, e então, fui para a apresentação.</p>
<p>Em primeiro lugar, é mérito de todos os alunos, chegarem até aqui, conseguindo amarrar muito bem as pontas entre as disciplinas ministradas. Em segundo lugar, fiquei surpreso, como as propostas foram inovadoras, e como extrapolaram o esperado (web) e foram buscar expertises em outros meios, como o celular, com uso de realidade aumentada.</p>
<p>A forma como conduziram o trabalho, desde a idéia e planejamento, até a construção e execução de fluxos, sitemaps, wireframes, layout, testes de usabilidade, foram motivadoras, e coloca muito &#8220;profissional senior&#8221; ai no mercado, no chinelo. E ai, a outra surpresa: foram além, chegando a desenvolver um beta, e colocando no ar, cerca de três meses antes da banca, e mostrando resultados da pesquisa aplicada, ou no caso do <a href="http://www.andafter.org/blogs/eucompraria/shop/default.asp" target="_blank">eucompraria.com.br</a> que saiu do papel,  com resultados mensuráveis&#8230;.  só tenho elogios a distribuir.</p>
<p>Mas não foi &#8220;apenas tudo isso&#8221;. A forma que conduziram a apresentação, a postura, a firmeza e a fé naquilo que defendiam ser uma ótima &#8220;sacada&#8221;, foi a cereja do bolo. Tirando a parte do salmão na manteiga wassabi, que a @Tassiaspinelli preparou durante o trabalho e esqueceu de chamar os professores, ganhei até &#8220;biscoitinhos caninos&#8221; e um CD para relaxar meu cão, que obviamente, usarei em algumas pessoas em casa =)</p>
<p>Enfim, gostaria de encerrar com um conselho para esses alunos, que não mais alunos, agora, amigos:</p>
<blockquote><p>Olhem para trás nesse momento, e reavaliem a trajetória de vocês. Lembrem-se de como entraram, e de como estão saindo. Façam a diferença no mercado de trabalho, não somente com as competências conquistadas e as expertises desenvolvidas, mas com muito zelo e ética. Acima de tudo, percebam que apenas conhecimento, não é nada, se esquecerem de recoonhecer as pessoas que estão do seu lado. Não só a familia, como os amigos e os colegas de trabalho.</p></blockquote>
<p>Para finalizar, um pequeno texto, para reflexão:</p>
<blockquote><p>Embora vá falar acercado que escrevi &#8211; os meus livros, os meus artigos e outros trabalhos -, acontece que, infelizmente, esqueço o que escrevo quase imediatamente depois de acabar.<br />
Provavelmente, isso trará alguns problemas. Creio, no entanto, que há alguma coisa de significativo no facto de eu nem sequer ter a sensação de haver escrito os meus livros. Tenho, ao contrário, a sensação de que os livros são escritos através de mim, e, logo que acabam de me atravessar, sinto-me vazio e em mim nada fica.</p>
<p>Estarão lembrados de que escrevi que os mitos despertam no homem pensamentos que lhe são desconhecidos. Essa afirmação tem sido muito debatida e até criticada pelos meus colegas de lingua inglesa, porque entendem que, dum ponto de vista empírico, é uma frase que, em última análise, não possui qualquer significado. Mas para mim ela descreve uma experiência vivida, porque exprime precisamente o modo como eu percebo a minha própria relação com a minha obra. Ou seja, minha obra desperta-me pensamentos desconhecidos para mim.</p>
<p>Nunca tive, e ainda não tenho, a percepção do sentimento da minha identidade pessoal. Apareço diante de mim mesmo, como o lugar onde há coisas que acontecem, mas não há o &#8220;eu&#8221;, não há o &#8220;mim&#8221;.</p>
<p>Cada um de nós é uma espécie de encruzilhada ondem acontecem coisas&#8230; &#8220;</p></blockquote>
<p>Levi-Strauss, Claude. (Mito e significado, Lisboa, Edições 70,1989, pp.13</p>
<p>Que os trabalhos de vocês, despertem-lhes pensamentos desconhecidos e aproveitem, as coisas que acontecerão em vocês.</p>
<p>Um grande abraço a todos,<br />
Fabio Palamedi.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=51</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Retomando =)</title>
		<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=40</link>
		<comments>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=40#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 21:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Palamedi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=40</guid>
		<description><![CDATA[Após a correria do Interaction South America &#8216;09, da prova de admissão no programa, e das demais coisas com as quais estava envolvido terem se findado, estou mais aliviado. E retomando o controle desse humilde blog (que já afirmaram que ninguém lê&#8230;rs). Não que eu não me importe, mas devo imaginar como deve ser entediante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a correria do Interaction South America &#8216;09, da prova de admissão no programa, e das demais coisas com as quais estava envolvido terem se findado, estou mais aliviado. E retomando o controle desse humilde blog (que já afirmaram que ninguém lê&#8230;rs). Não que eu não me importe, mas devo imaginar como deve ser entediante a tarefa de acompanhar quem está aprendendo a escrever bem (vale ressaltar que também, existem dados de que os comentários na chamada &#8220;blogsfera&#8221; &#8220;já eram&#8221; &#8211; tema para um outro post&#8230;).</p>
<p>Bom, estudando bastante, e gostaria de deixar um poema que significa muito para mim, não só pela beleza da composição e do peso de sentimentos despejados nas palavras que digo isso. De certa forma, todos diriam isso de Fernando Pessoa, mas esse poema tem uma ligação de valor que é comum a minha pessoa.</p>
<blockquote><p>Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:<br />
&#8220;Navegar é preciso;  viver não é preciso&#8221;.<br />
Quero para mim o espírito [d]esta frase,<br />
transformada a forma para a casar como eu sou:</p>
<p>Viver não é necessário;  o que é necessário é criar.<br />
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.<br />
Só quero torná-la grande,<br />
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.</p>
<p>Só quero torná-la de toda a humanidade;<br />
ainda que para isso tenha de a perder como minha.<br />
Cada vez mais assim penso.</p>
<p>Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue<br />
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir<br />
para a evolução da humanidade.</p>
<p>É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.</p></blockquote>
<p>Perceba que muitas vezes a vida, nos é muito temerosa, talvez pelo fato de desconhecermos nada mais do que o presente, almejar o futuro, e ter o passado para lembrar &#8211; e as vezes porque não, assombrar? &#8211; todo mundo tem seus fantasmas, certo ? &#8211; mas, a genialidade de Pompeu, não passou desapercebida por Fernando Pessoa, que não interpretou a mensagem, mas a pegou, e acrescentando de sua essência, transformou e tornou em algo maior ainda.</p>
<p>Viver, não é realmente necessário, isso o fazemos (bem ou mal) o fazemos, mas e quanto ao criar? Como deixar uma marca nesse cenário que passa tão depressa? &#8211; Perceba, o cenário passa, queira você ou não, mas cobre criar, isso, é uma decisão sua. Mas não pense que é fácil, porque como o próprio poeta já reconheceu, não temeu em afirmar que <strong>&#8220;ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e minha alma a lenha desse fogo&#8221;</strong>.</p>
<p>[Nota de SF] &#8220;Navigare necesse; vivere non est necesse&#8221; &#8211; latim, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC., dita aos marinheiros, amedrontados, que recusavam viajar durante a guerra, cf. Plutarco, in Vida de Pompeu]</p>
<p>Retirado daqui: http://www.revista.agulha.nom.br/fpesso05.html</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=40</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Paradigmas</title>
		<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=35</link>
		<comments>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=35#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 15:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Palamedi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas passadas]]></category>
		<category><![CDATA[paradigma]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=35</guid>
		<description><![CDATA[Aqui está o mais puro exemplo de como temos, muitas vezes, de nos adaptarmos a atitudes tomadas no passado.
A bitola das ferrovias (distância entre dois trilhos) nos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas. Porque esse número foi utilizado? Porque esta era a bitola das ferrovias inglesas e como as americanas foram construídas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui está o mais puro exemplo de como temos, muitas vezes, de nos adaptarmos a atitudes tomadas no passado.</p>
<p>A bitola das ferrovias (distância entre dois trilhos) nos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas. Porque esse número foi utilizado? Porque esta era a bitola das ferrovias inglesas e como as americanas foram construídas pelos ingleses, esta foi a medida utilizada.</p>
<p>Porque os ingleses usavam esta medida?<br />
Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças, antes das ferrovias e se utilizavam dos mesmos ferramentais das carroças.</p>
<p>Por que das medidas ( pés e 8,5 polegadas) para as carroças?<br />
Porque a distância entre as rodas das carroças deveria servir para as estradas antigas da Europa, que tinham essa medida.</p>
<p>E porque tinham essa medida?<br />
Porque as estradas foram abertas pelo antigo império romano, quando das suas conquistas, e tinham medidas baseadas nas antigas bigas romanas.</p>
<p>E porque as bigas tinham essas medidas?<br />
Porque foram feitas para acomodar dois traseiros de cavalos!</p>
<p>Finalmente&#8230; O ônibus espacial americano, o Space Shuttle, utiliza dois tanques de combustível sólido (SRB &#8211; Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol, em Utah. Os engenheiros que os projetaram queriam fazê-lo mais largo, porém tinham a limitação dos túneis das ferrovias por onde eles seriam transportados, os quais tinham suas medidas baseadas a bitola da linha.</p>
<p>Conclusão: O exemplo mais avançado da engenharia mundial em design e tecnologia acaba sendo afetado pelo tamanho da bunda do cavalo da Roma antiga.</p>
<p><strong>Moral da história</strong>: Existem várias empresas de liderança tecnológica qe também têm um monte de coisas definidas por bundões.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=35</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma odisséia de Arthur Clarke</title>
		<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=31</link>
		<comments>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=31#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 14:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Palamedi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur clarke]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[inventos]]></category>
		<category><![CDATA[satétile]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=31</guid>
		<description><![CDATA[O homem sonha, e evolui a medida que s seus sonhos lhe inspiram. Arthur Clarke foi um grande sonhador, e os sonhos dele (alguns pelo menos) já fazem parte de quem somos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:TrackMoves /> <w:TrackFormatting /> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:DoNotPromoteQF /> <w:LidThemeOther>PT-BR</w:LidThemeOther> <w:LidThemeAsian>X-NONE</w:LidThemeAsian> <w:LidThemeComplexScript>X-NONE</w:LidThemeComplexScript> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> <w:SplitPgBreakAndParaMark /> <w:DontVertAlignCellWithSp /> <w:DontBreakConstrainedForcedTables /> <w:DontVertAlignInTxbx /> <w:Word11KerningPairs /> <w:CachedColBalance /> </w:Compatibility> <m:mathPr> <m:mathFont m:val="Cambria Math" /> <m:brkBin m:val="before" /> <m:brkBinSub m:val="&#45;-" /> <m:smallFrac m:val="off" /> <m:dispDef /> <m:lMargin m:val="0" /> <m:rMargin m:val="0" /> <m:defJc m:val="centerGroup" /> <m:wrapIndent m:val="1440" /> <m:intLim m:val="subSup" /> <m:naryLim m:val="undOvr" /> </m:mathPr></w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"   DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"   LatentStyleCount="267"> <w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid" /> <w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading" /> </w:LatentStyles> </xml><![endif]-->Ontem assisti um documentário do GNT sobre Arthur Clarke. Aquela famosa frase de que a vida imita a arte, pode ser muita verdade, principalmente quando falamos dele.<span> </span>Muita gente conhece o filme “2001 – uma odisséia no espaço”. O que muita gente não sabe, é que ele foi a pessoa que “sonhou” com a comunicação global, antes de qualquer um. O satélite em órbita, foi um feito, inspirado nele. Ou melhor, alguem leu seu artigo <em>&#8220;Can Rocket Stations Give Worldwide Radio Coverage?&#8221;</em>, e se perguntou: Porque não” ?</p>
<p class="MsoNormal">Hoje, a órbita geoestacionária também se chama “<em>Órbita Clarke</em>”</p>
<p class="MsoNormal">Um gênio critico do gênero de SCI FI (ficção cientifica) <span> </span>criou histórias geniais acerca do uso da tecnologia, e como o homem se relacionaria a ela (ou ela com ele, no caso de HAL – o primeiro computador consciente enlouquecido / assassino mostrado em uma tela de cinema).</p>
<p class="MsoNormal">A principal questão a meu ver, e o que tem me preocupado realmente, é como a tecnologia afeta o ser humano. Meu filho, que tem apenas 8 anos, já da sinais não somente de familiaridade com a tecnologia, mas tambem comportamentos que só são possiveis, por causa do fácil acesso a informação e a alto nivel de interatividade que a tecnologia possui hoje (só falta ela lhe convidar para tomar um chá).</p>
<p class="MsoNormal">Me recordo do meu espanto quando acessei a internet pela primeira vez <span> </span>(na sua versão somente texto, que na época se chamava BBS). <span> </span>A BBS, era um “reino mágico” onde os geek´s podiam se reunir, e jogar conversa fora por horas (muitas vezes a madrugada passava rápido demais) e eventualmente, quando a conexão mostrava sinais de ótima performance, tentar trocar imagens de 20 a 30 kb. Voltando ao caso do meu filho é que, a primeira vez que ele com apenas 8 anos usou a internet (detalhe, ele ainda está aprendendo a ler e escrever), acessou rapidamente o site do cartoon network, com uma desenvoltura que me chocou, acessou o joguinho do Bem 10 (desenho pelo qual ele é vidrado) e, começou a jogar, sem se dar conta do “feito” que tinha realizado.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>“A descoberta do osso”</strong></p>
<p class="MsoNormal">A própria história de 2001, espanta muito mais pelo fato de que um computador tem personalidade e “conciência dele mesmo”, e acabamos por deixar passar um pequeno detalhe, que Arthur Clarke coloca com muita sagacidade, e que pelo fascinio da inteligência artificial, não percebemos com muita facilidade: O osso.</p>
<p class="MsoNormal">“O homem descobriu o osso como uma estensão de si mesmo”.<span> </span>Essa frase por si só, é cheia de significado. Veja bem. Primeiro, o homem “descobriu”. O homem, é o único animal que tem a habilidade de fazer descobertas, e consequentemente ser “mudado” por elas. Quando o simeo no filme, pega o osso, e bate ele contra os ossos do animal ali exposto, e os ossos quebram facilmente, ele percebe que ele pode usar aquilo como uma “ferramenta”.</p>
<p class="MsoNormal">O homem descobriu uma ferramenta. Mas quando o homem em uma “guerra territorial” contra outros simeos usou a ferramenta recem descoberta é que então inicia sua jornada evolucionista. Claro! Porque não? Aquele osso tornou o homem, que era fraco e incapaz de derrotar seu inimigo em uma guerra territorial ( o território inimigo tinha uma fonte de água – claro, porque a guerra sempre precisa ser justificada), conseguiu derrotá-lo, porque usou uma ferramenta para tal.</p>
<p class="MsoNormal">Era a vez, do cérebro. A inteligência vence a força. A pena vence a espada.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Inteligência e descoberta</strong></p>
<p class="MsoNormal">Após o inicio da jornada evolucionista que o homem iniciou, ele inventou todos os tipos de ferramentas que pudessem ampliar suas “debilidades”. Não que o homem por si só fosse débil em suas capacidades naturais, mas quando falamos em construir uma pirâmide, o homem é totalmente inútil sem ferramentas. O homem é incapaz de levantar um bloco de pedra de 1 tonelada, mas com algumas polias, mamutes (no caso do filme 10.000 AC) e muita mão de obra escrava, ficava mais simples. “Dada mão de obra barata e recursos infinitos, temos as piramides do Egito” – Piada de gerente&#8230;.rs</p>
<p class="MsoNormal">Mas finalmente chegamos ao limite. O próximo passo é a inteligência artificial. Se já não esgotamos nossa capacidade criativa de inventar ferramentas, estamos perto de fazê-lo, e então, somos obrigados a nos voltar para nós mesmos: o ser humano (a não ser que queiram criar um elevador espacial de Arthur Clarke).</p>
<p class="MsoNormal">Quando se fala em inteligência artificial, os cientistas e pesquisadores veem, e se dão conta de quão complexo é o ser humano, pelo simples fato de serem incapazes de criarem um computador com a inteligência de uma barata – e existe um prêmio nobel para quem consiga fazê-lo . E finalmente, depois de uma jornada instrumentalista, começamos a pesquisar o homem. Como a inteligência, conciência, julgamento, criatividade, razão funcionam?</p>
<p class="MsoNormal">Muita gente já se questionou sobre isso. A pesquisa de usabilidade em sites, softwares e produtos, são mero reflexo dessa “pesquisa por si mesmo” do homem. Sabemos que cada um de nós é diferente, em todos os aspectos. E esses testes apontam com mais “precisão” o que <span> </span>as pessoas pensam ou como agem, diante do nosso produto.</p>
<p class="MsoNormal">Isso deveria ser óbvio, porque estamos produzindo “sonhos” para o homem.<span> </span>E por mais óbvio que pareça, tem gente que não se ligou nisso ainda. <span> </span>Mas, o homem custuma buscar seus sonhos. Arthur Clarke sonhou com uma comunicação baseada em satélite, e o próprio homem buscou realizar esse sonho. E voce? Com o que anda sonhando?</p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=31</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Previsões tecnológicas? Desconfie!</title>
		<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=25</link>
		<comments>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=25#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 03:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Palamedi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação tecnologia tendencias previsões MIT]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=25</guid>
		<description><![CDATA[Existem diversas razões pelas quais as previsões feitas acerca de tecnologia falham. ninguém pode ser culpado por não acertar uma previsão acerca de “inovações”, principalmente porque “errar é humano”. Longe de colocar a inerente falha a composição do ser humano, normalmente as previsões são equivocadas. Isso porque, a principal força por trás das inovações, são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Existem diversas razões pelas quais as previsões feitas acerca de tecnologia falham. ninguém pode ser culpado por não acertar uma previsão acerca de “inovações”, principalmente porque “errar é humano”. Longe de colocar a inerente falha a composição do ser humano, normalmente as previsões são equivocadas. Isso porque, a principal força por trás das inovações, são grandes empresas, que procuram tirar proveito financeiro dessas novidades e inovações. Afinal, o vendedor tem que ser o primeiro a acreditar no seu produto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Normalmente, são essas empresas que correm apressadamente a fazer investimentos em produtos e tecnologias incrivelmente promissoras. E às vezes, por mais promissor que esse algo seja, ainda é preciso entender, e avaliar como o mundo irá receber essa “novidade”. Questões culturais podem ser responsáveis diretos pela aceitação ou não de uma tecnologia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Um pouco de passado: Vídeo disco</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Antes mesmo do vídeo-cassete, e da guerra de definição de padrões por um modelo (VHS ou BetaMax) ser definido em 1975, foi inventada uma tecnologia muito, mas muito similar: o vídeo-disco[1]. O vídeo-disco (1970) tinha uma imagem muito superior ao vídeo-cassete. Então porque não deu certo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Um dos principais motivos pelo qual o vídeo-disco não deu certo, pode ter sido a maneira como fora apresentado: um grande “armazenador” de programas. Com eles, as pessoas poderiam gravar todos os seus programas favoritos, e vê-los novamente quantas vezes desejassem. Até ai, não existe nenhum segredo: para nós, que crescemos com o efeito “blockbuster”. Possivelmente, o grande motivador do sucesso do vídeo-cassete, tenha sido as video-locadoras. As pessoas não queriam naquela época, gravar todos os seus programas favoritos (mesmo porque, acredito que a variedade não era muita), mas queriam alugar um filme, assisti-lo apenas uma vez, ou na possibilidade de alguém gostar muito desse filme, alugá-lo novamente, ou até mesmo comprar o mesmo. Essa mesma história pode ser aplicada ao CD-ROM “interativo”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Há uns oito anos atrás, chegou uma grande novidade no mercado de educação a distância (CBT – computer based trainning) e tudo o mais que desejasse estar “na nova onda” do mercado de tecnologia. Naquela época, apostei todas as minhas fichas profissionais para fazer um curso de desenvolvedor de aplicações multimídia, no SENAC da Lapa. La aprendi a usar o Director. Mas para minha surpresa, pouco tempo depois, chegou a internet de verdade (junto com o fantástico Flash player). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">O principal fator de sucesso (a aposta) do CDROM interativo era justamente, ter conteúdo (rich media) em vídeo, e seja lá quais formatos “rich tech” a mais, era justamente o fator “unplugged”. Afinal de contas, era impossível transmitir vídeo com a banda de internet disponível na época. (56 kbps era o sonho da velocidade). Se o problema era, justamente não ter como acessar a informação, o Director (e para os mais saudosos) Authorware, a Internet resolvia esse problema. E la se foi mais uma “inovação” promissora para o lixo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">E para ajudar a disseminação do CD-ROM, pouco tempo depois, surgiu o DVD. E logo em seguida, os &#8220;pen-drives&#8221; de 1 giga.<br />
Hoje, graças ao meu pen-drive recém-adquirido de 32 gigas, nem lembro quando foi a ultima vez que usei um DVD-rom.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">E poderia listar casos de “inovações” que não vingaram, não somente pelo fator cultural, mas também, por questões relacionadas ao ambiente em que essas inovações surgiram. Fico imaginando se um dos fatores de sucesso do vídeo-cassete à opção do vídeo-disco, que tinha oferta de uma qualidade muito melhor, não se deu justamente ao fato de que a fita VHS era muito semelhante a fita k-7. Mas isso é pura especulação pessoal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Em seu texto sobre “porque as previsões tecnológicas não dão certas”, Herby Brody alerta não somente para ser muito cuidadoso ao se fazer previsões acerca de tecnologia, mas como ser cauteloso em aceitar uma desta como verdade. Alias, sempre é preciso ter cautela para lidar com a incerteza.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Tecnologia e Internet</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">A internet (e o que acontece nela) é tão incerto quanto o próprio caminho da tecnologia. Entendendo a internet como “meio”, ela permite a criação de ambientes, soluções e novidades tão incertas quanto o transistor em substituição das válvulas do rádio nos anos 40. Vejo muita gente, seguindo pessoas que fazem previsões “fabulosas” sobre tudo o que acontece na internet. Porque não citar a bola da vez? O twitter é uma aplicação simples, com um objetivo ridiculamente simples: Voce escreve em alguns caracteres o que esta fazendo, e o mundo sabe o que vc esta fazendo. Brody adverte acerca das “modas” tecnológicas: Isso nos tira o foco racional de pesquisa e desenvolvimento. É até incoerente, porque não precisa ser especialista em marketing, para saber que nenhum modelo de negócios se sustenta sozinho.” Não existe cafézinho de graça no universo” – já dizia uma professora minha. Então, antes de sairmos por ai, aceitando tudo como “verdade” absoluta e incondicional dos grandes “gurus”, vamos nos lembrar que eles são tão humanos quando nós, e que errar, é algo inerente ao ser humano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Cautela com o incerto.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Brody conclui seu texto dando algumas dicas para saber onde pisar nesse complicado e dinâmico ambiente da tecnologia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">- Observe de perto o desenvolvimento (como se faz algo). Há uns 15 anos, uma impressora custava algo em torno de 10 mil dólares. Não foram direcionados esforços para reduzir o custo da impressora, mas fora aperfeiçoado pela Cannon, procurando aperfeiçoar componentes para fotocopiadoras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">- De o devido desconto as previsões baseadas em informações de partes interessadas. Esse conselho tem sido sistematicamente ignorado pelos próprios investidores, pela mídia e pelos empresários. As partes interessadas, não se limitam às empresas que esperam obter lucro financeiro com isso, mas tambem os cientistas e pesquisadores, cujos financiamentos aumentam ou diminuem de acordo com o interesse da opinião pública. (lembra do cafézinho de graça??)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">- Leve em consideração que as tecnologias existem, continuam sendo aperfeiçoadas e não espere que as pessoas substituam o que elas já possuem, por uma novidade que é só 10% melhor ou mais eficiente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">- Cuidado com as previsões baseadas na extrapolação de tendências. Predizer o futuro olhando o passado pressupõe que as condições permanecem constantes. Isso é como dirigir um carro olhando para o retrovisor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">- Saiba a diferença entre previsão tecnológica e projeções de mercado. Uma coisa é afirmar que os novos chips de arseneto de gálio vão funcionar mais rapidamente do que os chips de silício – isso é uma questão de física e de engenharia. Prever porem, que o mercado de chips de arseneto de gálio vai alcançar tal nível em tal ano é uma afirmação baseada em inúmeros fatores de difícil previsão – como a dificuldade de produzir o material em escala industrial, a demanda por computadores e o avanço de tecnologias competidoras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">- De tempo às “novidades” para que se tornem conhecidas. Tecnologias realmente inovadoras em geral levam de dez a vinte e cinco anos para serem difundida. Apesar da velocidade da internet, ser totalmente discrepante e absurdamente mais rápida (negócios e novidades surgem e desaparecem, tão rápido quanto uma viagem de 40 minutos a uma cidade do interior), mas a regra continua válida. Para se ter noção, as fibras ópticas, estão ai desde os anos 60.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">- Preste atenção à infra-estrutura da qual depende o sucesso de uma tecnologia. Lee de Forest inventou a válvula em 1906, mas as transmissões de rádio só começaram em 1921: o desenvolvimento das válvulas em escala industrial, levou 15 anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Seguir os princípios aqui esboçados, pode ajudar a trazer alguma ordem a confusa avalanche das previsões tecnológicas e novidades da internet. Mas no fundo, essas profecias são meras apostas. Robert Lucky, dos Laboratórios Bell, compara o desenvolvimento tecnológico como uma mesa espirita. “ Todo mundo tem as mãos imóveis sobre a mesa, mas sempre parece que alguem de fora está movendo a mesa”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">[1] Vídeo Disco &#8211; Em 1970, a MCA DiscoVision, lançou seu primeiro disco regravável. Naquela época, não era chamado de DVD, mas, o conceito não parece familiar? Referencia: http://www.discovision.com/DVA/History</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Referencia: Porque as previsões tecnológicas nem sempre dão certo, Herb Brody –Technology Review Vol. 94 / n 5, 1991 &#8211; MIT</span></p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=25</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filosofia da ciência e tecnologia x criatividade: Tudo a ver!</title>
		<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=16</link>
		<comments>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=16#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 16:58:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Palamedi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[especialização]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia da ciência]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=16</guid>
		<description><![CDATA[Sempre gostei muito de filosofia. Uma das razões principais disso se deve ao fato de que a filosofia sempre me despertou um certa empolgação. Ficava lendo horas e horas, quando decidia me refugiar na biblioteca entre uma e outra aula vaga no ginásio. Primeiro foram os livros com ilustrações riquíssimas sobre animais e dinossauros, até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre gostei muito de filosofia. Uma das razões principais disso se deve ao fato de que a filosofia sempre me despertou um certa empolgação. Ficava lendo horas e horas, quando decidia me refugiar na biblioteca entre uma e outra aula vaga no ginásio. Primeiro foram os livros com ilustrações riquíssimas sobre animais e dinossauros, até que um dia, dei de cara com um livro de filosofia, e desde então, mantenho meu desejo por navegar no vasto oceano da filosofia, como uma tarefa na linha lista de &#8220;to-do&#8221;. Não pela carreira, não pela necessidade, mas pelo prazer.</p>
<p>Enquanto isso, me atenho aos meus objetivos primários. Mas qual não foi minha surpresa ao me deparar com os textos de Rubem Alves e Régis de Moraes com o tema &#8220;Filosofia da ciência e tecnologia&#8221;.</p>
<p>Ambos autores, despertaram em  mim alguns <em>insigths </em>que gostaria de compartilhar um deles neste post. Um deles, é a corrida à especialização.  A competitividade acirrada dos mercados mais &#8220;tecnopólizados&#8221; (a alguns anos eu usaria o termo industrializados, mas já foi o tempo) por mão de obra qualificada, leva as pessoas a acreditarem que o segredo do sucesso, ou a segurança do trabalho, esta em uma &#8220;especialização&#8221;. Mas isso, é o que o mercado e as grandes empresas dizem: Há vagas de sobra para mão de obra qualificada.</p>
<p>Mas, o que é ser mão de obra qualificada? O que torna alguem bom ou não no que ele faz, no desempenho do seu trabalho? A quantidade de conhecimento prático, ou as suas &#8220;especializações&#8221; ?</p>
<p>Isso, me leva ao primeiro trecho que me chamou a atenção no livro &#8220;Filosofia da Ciência&#8221; de Rubem Alves:</p>
<p><em>&#8220;O fato  de uma pessoa ser muito boa para jogar xadrez não significa que ela seja mais inteligente que os não-jogadores. Você pode ser um especialista em resolver quebra-cabeças. Isso não o torna mais capacitado na arte de pensar. Tocar piano (como tocar qualquer instrumento) é extremamente complicado. O pianista tem de dominar uma série de técnicas distintas &#8211; oitavas, sexta, terças, trinados, legados, staccatos &#8211; e coordená-las, para que a execução ocorra de forma integrada e equilibrada. Imagine um pianista que decidiu </em><em>especializar-se (note bem esta palavra, um dos semideuses, mitos, ídolos da ciência!) na técnica de trinados apenas. O que vai acontecer é que ele será capaz de realizar trinados como ninguém &#8211; só que ele não será capaz de executar nenhuma música&#8221;</em></p>
<p>Esse é o primeiro aspecto fascinante do lance da criatividade:  Não somos &#8220;forty-niners&#8221; de 1849, e não estamos em uma espécie de corrida alucinada a uma região na Califórnia em busca de ouro. O questionamento que o texto de Rubem Alvez me levou é &#8220;o que nos torna bons no que fazemos&#8221; ?  Não me espanta ver que algumas profissões mais recentes, estão carregadas de &#8220;diversas visões&#8221; do conhecimento como um todo. Os profissionais &#8220;multidisciplinares&#8221;, são exatamente o contrário do pré-suposto cientistas. &#8220;Quanto maior a visão em profundidade, menos a visão em extensão&#8221;. E no fim das contas, a corrida por uma especialização pode se mostrar um frágil e perigoso terreno a se trilhar.</p>
<p>O maior problema que vejo nisso tudo, é a falta de visão e de criatividade que estamos nos limitando. Pensamos ainda em outras soluções, em outras &#8220;saídas&#8221; improváveis?  Ou somos treinados na especialização para fazer exatamente aquilo que alguem, há 5 ou 10 anos disse que era bom, e desde então ninguém questionou o porque de fazermos aquilo? Ou no fim das contas, somos &#8220;treinados&#8221; para saber como aplicar as &#8220;soluções&#8221; sob medida para todos os problemas da humanidade?</p>
<p>Mas e as coisas que aprendemos no dia-a-dia?  Possuimos também o senso comum: coisas que sabemos fazer porque fomos treinados pela vida, ou pela sociedade em que vivemos. Uma dona de casa que tem o senso comum do que ela precisa comprar em uma feira (alimentos) sabendo das suas limitações (financeiras, sociais, e até mesmo físicas &#8211; porque alguem tem que carregar tudo aquilo que for comprado) e que aprendeu com alguem (ou aprendeu por tentativa e erro), como executar essa ação. Existem aspectos que precisam ser consideradas: a escolha de alimentos aqui não é regulada apenas por fatores econômicos (o quanto ela pode adquirir), mas por fatores simbólicos, sociais e políticos. <em>&#8220;Oferecer feijoada para uma sogra que tem problemas de úlcera, é romper claramente com uma politica de coexistência pacifica&#8221;</em> (ALVES,  Filosofia da Ciência, pg 13).</p>
<p>A dona de casa não fez uma especialização em &#8220;compra de feira&#8221; para saber com executar sua tarefa com maestria. &#8220;É comportamento ingênuo, puro e simplista, pouco inteligente?<br />
De forma alguma, pois sem o saber, ela se comporta como o pianista, em oposição ao especialista em trinados.</p>
<p><em>É provável que uma mulher formada em dietética, e em decorrência da sua (de)formação, em breve se veja diante de problema na sua casa em virtude de sua ignorância do carácter simbólico e politico da comida. Especialista em trinados &#8220;</em></p>
<p>&#8220;Mas aqui está uma lição fundamental: ser bom ou não em ciência, como ser bom ou não em senso comum, não é saber soluções e resposstas já dadas. Essas podem ser muito bem encontradas em livros e receituários. Ser bom em ciência e no senso comum é ser capaz de inventar soluções.</p>
<p>Então, onde está a criatividade? A criatividade, está na habilidade que desenvolvemos de criar soluções, e questionar as respostas prontas. E isso, pode não ter nenhuma relação com uma especialização.  Sempre vou me lembrar de um vídeo de um documentário que a BBC de Londres fez uma vez, sobre uma agência de soluções. O desafio era criar um carrinho de compras moderno, e que fosse &#8220;inovador&#8221;, e tudo isso deveria ser criado em uma semana. O que mais me chamou a atenção, foi a composição do time. Claro, pessoas especialistas em determinados assuntos relacionados a mecânica e a construção de &#8220;coisas&#8221; estavam ali, mas o que faria uma &#8220;bióloga e uma antropologa&#8221; nesse meio? Tudo !!!! Essa é a resposta: O carrinho, antes de ser um invento tecnológico, é feito pra humanos utilizarem, e biologia e antropologia, tem tudo a ver com humanos.</p>
<p>Pensar diferente, creio eu em minha pequenez, ser fundamental par que uma especialização valha a pena.</p>
<p>E para encerrar esse post:</p>
<p>&#8220;Pessoas que sabem as soluções já dadas são mendingos permanentes. Já as que aprendem a inventar soluções novas, abrem portas fechadas e descobrem novas trilhas. A questão não é saber uma solução já dada, mas ser capaz de aprender maneiras novas de sobreviver&#8221;.</p>
<p>Referencia bibliografica:</p>
<p>Rubem Alves, Filosofia da ciencia, 2002 &#8211; Editora Loyola<br />
Régis de Moraes, Filosofia da Ciência e Tecnologia &#8211; 1997 &#8211; Editora Papirus</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=16</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Algumas divagações sobre conhecimento e informação</title>
		<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=13</link>
		<comments>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=13#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 11:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Palamedi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=13</guid>
		<description><![CDATA[Algumas divagações sobre a construção do conhecimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em>“Concluindo, a nova economia não está na tecnologia, seja ela o microchip ou a rede mundial de telecomunicações. Está na mente humana.” – Alan Webber.</em></strong></p>
<p class="MsoNormal">Até onde o conhecimento tácito das pessoas podem ser transformados em conhecimento útil nas empresas? Existem diversas considerações a serem feitas, partindo do desejo de alguem querer compartilhar ou não um determinado conhecimento e/ou informação (mesmo porque, conhecimento e informação não são sinonimos), até a forma que as empresas suportam essa idéia.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Definindo Informação:</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em>“O significado original da palavra “informar” é “dar forma a”, sendo que a informação visa a modelar a pessoa que recebe no sentido de fazer alguma diferença em sua perspectiva ou insight. Estritamente falando, portanto, sucede que o receptor, e não o emissor decide se a mensagem recebida realmente constitui informação – isto é, se realmente ela informa”.</em></strong> (Davenport &amp; Prusak – 1999, pg4)</p>
<p class="MsoNormal">Temos ai, nossa primeira problemática: Como as pessoas dentro das empresas, disseminam conhecimento comunicando informações realmente relevantes? Indo mais além, utilizar os conceitos de KM (Knowledge Management) não garante, nem significa que sua empresa vai possuir ou reter o conhecimento dos seus colaboradores. O conceito de KM, segundo o estudo do E-consulting Corp. (jan/fev 2004, pg 53) parte da premissa de que todo o conhecimento existente na empresa, na cabeça das pessoas, na veia dos processos e no coração dos departamentos, pertence também à organização.</p>
<p class="MsoNormal">De fato, isso é uma verdade. Uma empresa quando contrata um profissional, releva suas qualificações e especializações. Mas o que realmente merece atenção é o que esse profissional faz com esse “conhecimento” dentro da empresa, com seus produtos, processos e como esse conhecimento influência mudanças nessa empresa, gerando um novo conhecimento ou mesmo, transformando o conhecimento anterior para um nível acima.</p>
<p class="MsoNormal">Mas isso pode não ser uma verdade, em outras situações. Vamos considerar que um funcionário, que atua em um estoque, decide fazer uma especialização em um segmento de logistica e gestão de estoque. Ele passa então a assimiliar informações valiosas, que somadas as suas experiências em campo, geram conhecimentos que podem afetar drásticamente seu trabalho: melhorando processos, ou adicionando técnicas recentes adotadas por outras empresas.</p>
<p class="MsoNormal">Esse seria o fluxo normal da geração de conhecimento compartilhado. Mas vamos supor que esse funcionário, apesar de seu esforço em melhorar seu trabalho, não seja reconhecido (financeiramente ou moralmente) pela empresa. Será que ele compartilharia seu conhecimento de livre vontade?</p>
<p class="MsoNormal">Conversando com vários colegas e amigos, o que posso notar é que não. “Se eu fiz a pós-graduação” e a empresa não pagou por ela, ou ela me dá aumento em mérito da minha contribuição baseada nos meus conhecimentos, ou procuro outra oportunidade. O cenário altamente competitivo de São Paulo é prova disso. Empresas disputam profissionais qualificados, pois sabem que o conhecimento dele, será empregado de forma estratégica em sua missão e visão. Conhecimento que hoje, na economia global, pode se ser convertida em vantagem competitiva de uma empresa. <em>“<strong>Cada vez mais as empresas serão diferenciadas com base naquilo que sabem. Uma variação cabível da definicão de Sidney Winter – a empresa como “uma organização que sabe como fazer as coisas” – definiria a empresa próspera que sabe como fazer bem e rápido novas coisas.“ </strong></em>(Davenport &amp; Prusak – 1999, pg15).</p>
<p class="MsoNormal">Tudo isso, não é algo novo, tanto que no final da década de 90, já estavam disponiveis diversas literaturas a respeito. Então, porque tantas empresas ainda falham em gerenciar conhecimento como um ativo?</p>
<p class="MsoNormal">Uma das respostas pode estar na confusão que se faz entre informação e conhecimento. O conhecimento é mais complexo do que informações. Eu tenho o hábito de falar para meus alunos que procuram pós-graduações, que eles irão definitivamente obter informações sobre diversos assuntos, mas que o conhecimento sobre determinado assunto, só poderá se dar, somando algumas variáveis como experiência, pesquisa e trabalho.</p>
<p class="MsoNormal">Gosto particularmente da definição que o Prof. Davenport dá ao seu livro ( Conhecimento empresarial), apesar dele mesmo a defini-lá como “funcional” para o exercício da compreensão do tema:</p>
<p class="MsoNormal"><em>“Conhecimento é uma mistura fluida da experiência condensada, valores, informação contextual e </em><em>insigth</em><em> experimentado, a qual proporciona estrutura para avaliação e incorporação de novas experiências e informações. Ele tem origem e é aplicado na mente dos conhecedores. Nas organizações, ele costuma ser embutido não só em documentos ou repositórios, mas também em rotinas, processos, práticas e normas organizacionais.” </em>(Davenport &amp; Prusak – 1999, pg6)</p>
<p class="MsoNormal">E porque o conhecimento é tão mais importante do que a informação em si? É porque o cohecimento, não precisa ser processado, pesquisado. Ele é o passo mais próximo da ação, da tomada de decisão.</p>
<p class="MsoNormal">Existem dois exemplos muito bons de retenção de conhecimento que gostaria de citar. Um deles é o da Itaipu Binacional (estatal formada por Brasil e Paraguai responsável por administrar a hidrelétrica), que preocupada há alguns anos com a preservação da informação retida na empresa (principalmente o conhecimento técnico estratégico, que demanda muito mais tempo, treinamento e investimentos para ser construído) criou um projeto que objetiva a retenção dos conhecimentos e experiências geradas pelos funcionários mais antigos e próximos da aposentadoria, adquiridas na execução das atividades para as próximas gerações.</p>
<p class="MsoNormal">O conhecimento precisa necessariamente ser misturado a experiência real, para que o conhecimento tácito seja transformado em conhecimento explicito. Não basta apenas incentivar ou criar programas de premiações na sua empresa, para que os funcionários acumulem informações na intranet. É preciso aplicar essas informações em campo para que as pessoas possuam experiência legitima, e dessa forma, construam conhecimento explicito sobre um determinado assunto. Isso é o que faz o exército americano. O outro exemplo que queria citar.</p>
<p class="MsoNormal"><strong><em>&#8220;A experiência transforma as idéias do que deve acontecer, no que efetivamente acontece.&#8221;</em></strong> (Davenport &amp; Prusak – 1999, pg9). Os especialistas do CALL (Center for Army Lessons Learned) participam de operações militares reais como observadores para aprender e, através de fotos, videos, instruções (<em>informações</em>) e simulações (<em>experiência</em>) disseminam o conhecimento obtido (<em>resultado</em>).</p>
<p class="MsoNormal">O sucesso de retenção de conhecimento no exército norte-americano, o capacita com anos de conhecimento explicito com lições práticas (executadas), e pode ser o fator decisivo em uma batalha. Mas e em uma empresa? Os funcionários de uma empresa não podem ser comparados a soldados, justamente porque os soldados precisam assimiliar o conhecimento por razões óbivias: é uma questão de vida ou morte. Mas em empresas, outros fatores precisam ser considerados como a “recuperação das informações, metódos ou processos”, fatores sociais como essas lições aprendidas podem auxiliar na retenção do conhecimento em uma empresa.</p>
<p class="MsoNormal">Para concluir esse post, gostaria de citar o caso da Brithish Petrolium, que desenvolveu um programa de trabalho em equipe virtual e que foi citado pelo Prof. Davenport em tópicos, como alguns principios da gestão do conhecimento:</p>
<p class="MsoNormal">- O conhecimento tem origem e reside na cabeça das pessoas;<br />
- O compartilhamento do conhecimento exige confiança;<br />
- A tecnologia possibilita novos comportamentos ligados ao conhecimento;<br />
- O compartilhamento do conhecimento deve ser estimulado e recompensado;<br />
- Suporte da direção e recursos são fatores essenciais<br />
- Iniciativas ligadas ao conhecimento devem começar com um projeto piloto;<br />
- Aferições quantitativas e qualitativas são necessárias para avaliar a iniciativa;<br />
- O conhecimento é criativo e deve ser estimulado a se desenvolver de formas inesperadas.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Bibliografia: </strong></p>
<p class="MsoNormal">- Conhecimento empresarial &#8211; Davenport &amp; Prusak – 1999, Editora Campus</p>
<p class="MsoNormal">- HSM Management 42 (Janeiro- Fevereiro 2004)<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=13</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Começando por algum lugar: A paixão pelo ensino se perdeu&#8230;</title>
		<link>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=6</link>
		<comments>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=6#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 04:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Palamedi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?p=6</guid>
		<description><![CDATA[Ser professor, é dureza. Nesse país, ser professor, é ser um "pidão insatisfeito"....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:TrackMoves /> <w:TrackFormatting /> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:DoNotPromoteQF /> <w:LidThemeOther>PT-BR</w:LidThemeOther> <w:LidThemeAsian>X-NONE</w:LidThemeAsian> <w:LidThemeComplexScript>X-NONE</w:LidThemeComplexScript> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> <w:SplitPgBreakAndParaMark /> <w:DontVertAlignCellWithSp /> <w:DontBreakConstrainedForcedTables /> <w:DontVertAlignInTxbx /> <w:Word11KerningPairs /> <w:CachedColBalance /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> <m:mathPr> <m:mathFont m:val="Cambria Math" /> <m:brkBin m:val="before" /> <m:brkBinSub m:val="&#45;-" /> <m:smallFrac m:val="off" /> <m:dispDef /> <m:lMargin m:val="0" /> <m:rMargin m:val="0" /> <m:defJc m:val="centerGroup" /> <m:wrapIndent m:val="1440" /> <m:intLim m:val="subSup" /> <m:naryLim m:val="undOvr" /> </m:mathPr></w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"   DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"   LatentStyleCount="267"> <w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid" /> <w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography" /> <w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading" /> </w:LatentStyles> </xml><![endif]-->Sim, resisti até onde pude.</p>
<p>Mas, acabei falhando terrivelmente em resistir a ter um blog, e acabei arrumando mais alguma coisa para me dedicar.<br />
Sempre brinquei com os amigos, e a Cris deve se lembrar disso, quando dizia que &#8220;sempre desejei criar um blog, mas nunca descobri o que eles comiam&#8221;&#8230; Rs. Agora descobri. Depois de uma semana enrolando, estou fazendo esse post a uma da manhã, de um sábado, que devo trabalhar.</p>
<p>Agora que estou aqui, vou falar de algo que tenho entalado na garganta faz um tempo. Obviamente vou usar esse espaço, para desferir minhas críticas inflamadas sobre coisas que eu acho que estão erradas, e o professor, é uma delas. Não, não um professor em particular, mas a figura do professor hoje em dia.</p>
<p>Para políticos, que já foram alunos e passaram por alguns professores, somos um bando de &#8220;pidões&#8221; que nunca se cansam de reclamar das baixas remunerações. Sempre querendo mais e mais. &#8211; &#8220;Um problema esses professores&#8221;.</p>
<p>Me recordo de ter assistido na sessão da tarde, filmes como &#8220;Ao mestre com carinho&#8221;, &#8220;Mentes perigosas&#8221;, e mais um monte deles, que abordavam diretamente a problemática do ensino, e a postura desse profissional (o professor) com relação aos alunos.</p>
<p>Falta paixão no ensino. Falta o envolvimento do professor com o aluno. O professor não está ali apenas para ensinar a disciplina para a qual ele estudou e se dedicou para ensinar. Antes de qualquer coisa, um professor, deveria ser visto como um modelo, um exemplo a se seguir. E fico muito feliz quando ouço coisas do tipo &#8220;Professor, voçê é um exemplo a ser seguido&#8221;. Sinto que toda a dedicação, todas as noites mal dormidas de estudo, todos os momentos que abri mão da família, dos amigos, valeu a pena.</p>
<p><strong>A dura verdade&#8230;</strong></p>
<p>Acontece que a coisa não é bem assim. Hoje, o professor está prostituído entre milhares de aulas que deve ministrar para conseguir ter uma vida financeira semi-tranquila. Digo semi, porque a não ser que se ministrem aulas todos os dias, no minimo 8 horas por dia, seu salário será algo em torno de poucos mil reais, em um contraste absurdamente discrepante do mercado, que paga a um estagiário qualquer, algo em torno de mil reais.</p>
<p>O professor dá às oito horas de aula por dia, e em que momento, ele prepara as aulas do dia seguinte? Da semana que vem?  Em que hora se corrige trabalhos e provas? Não me espanta afirmar que falta paixão no ensino. Porque se você não está apaixonado por alguém, você não irá se dedicar. Você não vai sair meia hora mais cedo do trabalho para passar em uma floricultura comprar flores, ou mesmo sair mais cedo do trabalho e preparar <span> </span>aquele jantar especial. Esquece&#8230; não dá.</p>
<p>Fica mais fácil (para não dizer comodo) dar um trabalhinho em sala de aula (mesmo porque, mais que isso e os alunos entram em pânico). E a pesquisa? Claro! Um professor é um pesquisador. A palavra &#8220;teoria&#8221; vem do grego &#8220;theoria&#8221;, que significa &#8220;contemplar&#8221;, &#8220;olhar&#8221;. Em sua coluna no jornal Folha de São Paulo, Rubem Alves complementa: &#8220;Para se ver, é preciso que o objeto esteja distante dos olhos e do corpo.&#8221;</p>
<p>Isso significa que, sendo um professor um teórico, ele deve estar sempre a pesquisar &#8220;contemplando&#8221;, &#8220;olhando&#8221;  sobre sua área de atuação. Mas, que horas ele faria tal coisa? Ah sim, logo depois de oito horas de aulas. Afinal de contas, o professor, não tem família, não tem filhos, nem precisa descansar.</p>
<p>E então, eu pergunto: Alguma paixão resiste a esse descaso? Não que eu esteja criticando as Instituições de ensino, ou mesmo os professores por não possuírem mais aquele brilho nos olhos, aquele  sorriso de satisfação ao realizar &#8220;o parto&#8221; em algum aluno, e mostrar para ele, as possibilidades, e talvez, ajudar a fazer um mundo melhor.</p>
<p>Minha crítica é contra a sociedade mesmo. A &#8220;nós mesmos&#8221;. O fato que enquanto não ensinarmos nossos filhos a respeitarem os professores, como nossos pais nos ensinaram, seremos tão responsáveis, quanto nossos filhos que zombam dos professores por serem professores,  e que, ao assumirem cargos políticos, chamam esses mesmos professores, de &#8220;pidões insatisfeitos&#8221;.</p>
<p>E pensar que em outros países, é uma &#8220;honra&#8221; ser professor.  Mas  se por um momento, esse texto fez você parar e refletir sobre como tem tratado seus professores, ou ao menos, entender porque as vezes é tão difícil se dedicar a uma turma que não se interessa por nada, já fizemos um grande progresso.</p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fabiopalamedi.com.br/blog/?feed=rss2&amp;p=6</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
